Eu quero ser o lugar
Onde o Senhor gosta de estar
Eu quero ser Tua casa favorita
Quero ser o Teu altar
Encontra em mim oh Deus
Algo de Valor
Quero atrair Tua presença
Por Tua misericórdia oh Rei de Israel
Enche o templo com a Tua Glória
Restaura a casa caída de Davi
Pra que os povos saibam
Que a um Deus em Israel
Quem eu sou
Quem tu és
Quem Tu queres que eu seja.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O que é Preconceito e a Origem dos Preconceitos.
A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.
A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de subdesenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejamos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simplesmente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.
BY:ANDERSON SOUZA
Que Deus Ilumine a minha Vida e me Conforte na sua Casa.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.
A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de subdesenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejamos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simplesmente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.
BY:ANDERSON SOUZA
Que Deus Ilumine a minha Vida e me Conforte na sua Casa.
terça-feira, 22 de março de 2011
Completamente sozinho no mundo
Antes de sair de casa o homem considerou o sol a bater na árvore mesmo em frente à janela. Um prúnio. Podia deixar-se ficar, mas um dos telemóveis já tinha tocado três vezes, o outro ameaçava tocar a qualquer momento, com um reminder, uma sms ou mesmo uma chamada; o ipad girava com coisas: emails a entrar, pessoas no chat, o facebook. Sem saber porquê largou tudo em cima da mesa da sala, o desperdício de pequenos aparelhos que o mantêm ligado e saiu para o mundo completamente sozinho.
Amor Incondicional
A Lei é o Amor! Não existe nenhuma outra maneira de atingirmos nossa paz interna a não ser pela expressão do Amor Incondicional.
É caminharmos fazendo a nossa parte, amando ao próximo como a nós mesmos, entregndo a Deus, à vida, todas as situações conflitantes, dolorosas, que momentaneamente possamos estar incapacitados para darmos a melhor solução, a resposta mais adequada.
É a certeza de que tudo na Terra é ilusório, passageiro, transitório... é só uma pequena viagem.
Mantermos sempre na nossa mente, no nosso espírito, a visualização da nossa grande meta, que é o amadurecimento da nossa alma, o atingirmos a consciência maior, a lucidez da vida... e é isto, somente isto que verdadeiramente importa.
Com esta visão, com esta postura, caminhamos com leveza, com soltura, com alegria, com aceitação e tolerância... pois as emoções são ilusões, a dor é ilusão, a caminhada terrena é ilusão, o humano é ilusão... Deus é Real. O Divino é Real. A Consciência é Real. O Espiritual é Real. A Morte é ilusão do ego mas é Real, pois é a passagem para o Plano Real.
Amar incondicionalmente é amar além, apesar das ilusões, é amar sem esperar retorno, pois o retorno real é Divino, o retorno real é a simples alegria de expressarmos o amor. A verdadeira felicidade é termos a capacidade de expressar o amor.
By:Anderson Souza
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
MATURIDADE E ORAÇÃO.
O crente diante do paradoxo da resposta negativa de Deus
A fé cristã coloca o crente diante de uma série de paradoxos:
Ele conhece a verdade (Jo 8,32), mas por espelho, em enigma (1 Co 13,12a);
O crente possui a unção, e não tem necessidade de que ninguém lhe ensine (1 Jo 2,27a), mas o que ele conhece, conhece-o em parte (1 Co 13,12b), isso quando não, em vez de se ter tornado mestre com o tempo, “necessitais novamente que vos ensinem os primeiros rudimentos dos oráculos de Deus, e precisais de leite, e não de alimento sólido” (Hb 5,12).
Ele, o crente, recebeu do Verbo o poder de se tornar filho de Deus (Jo 1,12), desde já (1 Jo 3,2a); o próprio Espírito o testemunha (Rm 8,16) - mas, apesar disso, ele ainda não sabe como será (1 Jo 3,2a).
Libertado pelo Filho, o crente é verdadeiramente livre (Jo 8,36); em princípio, ele não peca (1 Jo 3,6a), mas corre sempre o risco de entregar-se novamente ao pecado (Rm 6,16-19).
Deus quer que todos os homens se salvem (1 Tm 2,4), e apesar de que “nenhum dos teus desígnios fica frustado” (Jó 42,1a), “quem não se achava inscrito no livro da vida foi também lançado no lago de fogo” (Ap 20,15).
A fé se depara com esses paradoxos não como contradições, mas como a característica fundamental da relação com o Sagrado: o encontro entre Deus e o crente é de tal ordem que a linguagem precisa descrevê-lo assim, utilizando-se de paradoxos. Não se pode demonstrar esse encontro, senão denunciá-lo obliquamente. E o lugar preferencial da linguagem que descreve o encontro entre Deus e o homem é o paradoxo: “e o Verbo se fez carne” (Jo 1,14a).
Deus disse “não” a Abraão. Em Gn 18,23-33, todos os esforços de Abraão são inúteis. O máximo que consegue é que Ló e sua família sejam poupados, mas não as cidades. Claro que a razão de não ter Deus atendido a oração de Abraão permanece clara até no próprio texto: não havia justos naquelas cidades, por isso seus moradores não foram poupados. O que isso evidencia? Evidencia que Deus tem suas razões para dizer “não”.
Deus não atendeu a oração de Davi. Em 1 Sm 12,13-25, Davi buscou a Deus pela criança, jejuou e prostrou-se sobre a terra (1 Sm 12,16) e chorou (v. 22). Em vão. Impassivelmente, a mão de Deus não foi movida de sua intenção e a resposta que Davi ouviu foi “não”. Certo que poderíamos dizer, com Natã, que Davi estava sendo castigado (v. 14). Mas, com isso, que dizemos além de que Deus tem suas razões para dizer “não”?
A Jeremias Deus adverte antes mesmo que ore: “tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor” (Je 11,14a). Poderia Jeremias mudar a decisão de Deus?
Deus não atendeu as orações de Paulo: (2 Co 12,9a). Pedira a Deus que desviasse dele o espinho na carne. Foi uma oração insistente. Fez o pedido por três vezes. Uma só resposta ouvir: “_Não”. A minha graça te basta. Deus tem suas razões para dizer “não”.
Como as teve diante da oração de Jesus. Segundo Mt 26,39 (cf. Lc 22,42), Jesus teria apelado a uma possibilidade: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice”. Já Mc 14,36 expõe a oração de forma mais plástica: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice”. Responda o leitor: essa oração de Jesus foi atendida?
O paradoxo de que se reveste todo encontro com Deus fica bastante claro quando comparamos essa oração de Jesus com o seu ensino sobre a oração. No modelo do Pai-nosso, é à vontade de Deus que se apela: “seja feita a tua Vontade na terra, como no céu” (Mt 6,10b). Sua oração se reveste dessa submissão à vontade do Pai, mas o faz em meio a tanta tristeza e angústia (Mt 26,37), que compartilha com os discípulos: “Minha alma está triste até a morte” (Mt 26,38), a ponto de “o suor se lhe tornou semelhante a espessas gotas de sangue que caíam por terra” (Lc 22,44b). Mesmo Jesus ouviu um “não” de Deus.
Essa série de orações não atendidas por Deus remete-nos à necessidade de compreendermos a oração diferentemente de uma atividade mágico-religiosa que põe a mover a mão de Deus. “Deus é espírito” (Jo 4,24a). A Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira (DDCBB) compreende “o único Deus vivo e verdadeiro (como) Espírito pessoal (...) a quem devemos todo o amor, culto e obediência” (p6). O modelo de compreensão teológica da DDCBB não entende Deus como energia manipulável ou força a que se possa controlar. Deus é, antes, Deus pessoal, com quem o crente se relaciona.
É claro que o desejo de toda oração é ser atendida, e devemos esperar sempre que Deus nos ouvirá quando oramos (1 Jo 5,14-15). Mas a fé deve pressupor que Deus tenha suas razões para não atender algumas orações. A oração deve desejar sempre o “sim” de Deus, mas, paradoxalmente, deve também pressupor que Deus possa dizer “não”.
Nessa capacidade de o crente lidar com o desejo de ser atendido e a liberdade de Deus em se decidir reside a maturidade. O crente tocado por uma fé amadurecida chega com ousadia e confiança ao trono da graça (Hb 4,16), como Jacó no Jaboque (Gn 32,26) e como a mulher cananéia (Mt 15,21-28; Mr 7,24-30) e, ainda, como a viúva da parábola (Lc 18,1-8). Esse crente sabe que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11,6a). Ele crê que “Deus (...) recompensa os que o procuram” (Hb 11,6b), e aprendeu que “aquele que pede, recebe” (Mt 7,8a), porque o “Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedem” (Mt 7,11b). Contudo, sua oração confiante submete-se, sempre, à vontade do Pai. Deus é o “Pai que está nos céus” (Mt 6,9a) cuja vontade esse filho que ora deseja seja feita (Mt 6,10). Esse Pai já sabe de todas as suas necessidades antes mesmo que ele ore (Mt 6,8).
É na atitude de Abraão (“e Abraão voltou para o seu lugar”: Gn 18,33b), de Davi (“Então Davi se levantou do chão, lavou-se, pôs perfume, e mudou as vestes. Depois entrou no santuário de Iahweh e se prostrou”: 2 Sm 12,20), de Paulo (“Por conseguinte, com toda ânimo prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que pouse sobre mim a força de Cristo”: 2 Co 12,9) e de Jesus (“Basta. A hora chegou!”: Mc 14,41) que a maturidade do crente se manifesta. O crente deseja o “sim” de Deus, mas sabe ouvir o seu “não”.
A oração é encontro de duas grandezas livres. O homem é livre para desejar e pedir. Deus é livre para dizer “sim” ou dizer “não”. Os homens têm suas razões. Deus, as suas. A fé transita entre os homens e Deus, entre suas razões e as razões Dele. Ouvir “sim” é fácil. Difícil é ouvir “não”. A verdadeira fé nasce quando o crente compreende o paradoxo da oração com os olhos de uma fé amadurecida num Deus pessoal, o Pai nosso que está no céu.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Os Sonhos de Deus em nossas vidas.
Todos nós temos sonhos! , sonho de ter um ótimo emprego , uma excelente formação , viver um grande amor , ver a nossa igreja crescer em abundância e graça , conquistar nossos familiares para Cristo ... e tantos e tantos sonhos . Mas idealizar , projetar e sonhar é intrínseco ao ser humano . E Deus tem nos ensinado a sermos assim: sonhadores !.
Saiba amado , o Eterno têm restaurado os meus e os seus sonhos. Existem canções dos céus de Deus como a do Ministério Vineyard que diz assim: “Reina em mim com teu poder, sobre a escuridão, sobre os sonhos meus” e outra da Pra Ludmila que reafirma : “... os sonhos de Deus jamais vão morrer” . São louvores tremendos! , que cantam a palavra viva e verdadeira aos nossos corações . Deus requer isto não só de mim, mas de cada um de nós. Às vezes é desestimulador quando idealizamos algo que pensamos que possa contribuir a concretização de um sonho e isso dói muito o meu coração porque às vezes percebo que os meus sonhos não são os do Senhor . Mesmo assim, tem sido maravilhoso sonhar com o Pai.
Já posso ver muitos sinais que evidenciam que os meus sonhos já estão próximos de se tornarem reais. E nisso meu coração se alegra, pois vejo a mão do Senhor em meus sonhos. Sinto vontade de sonhar ainda mais! O meu desejo é que os sonhos de Deus sejam verdades em mim.
Quando sonhamos na presença do Senhor, deixando que ele realmente reine sobre eles, temos 100% de certeza que serão reais. Mesmo que aos nossos olhos possam parecer absurdos, se estão no coração de Deus nada é impossível. Só falta nosso coração estar ligado com o do Pai, para receber a vontade daquele que nos resgatou das trevas e nos trouxe para a sua luz.
Mas quando nossa vontade quer tomar frente em nossos sonhos, eles são frustrados, pois não temos como realizar sozinhos um sonho que partiu do coração do Pai. Acabaremos ferindo nosso coração e enterrando os nossos sonhos. Um exemplo: “Senhor, eu quero uma casinha, um carrinho!” E Deus lhe responde: “Não filho, agora não é o momento!” Então você imediatamente o questiona: “Mas por que Deus? O Senhor não quer o meu bem? Eu estou em pecado? O que está acontecendo?” Ao invés de deixarmos Deus terminar de falar conosco, ficamos argumentando com ele que conhece melhor nosso interior do que nós mesmos. Deus naquele momento quer dizer: “Não filho! Eu tenho coisas maiores para a sua vida, promessas gigantes para realizar em você...”
Tenho aprendido a esperar Deus me dizer tudo. Deus quer muito realizar nossos sonhos, pois o coração do Senhor deseja que os nossos sonhos sejam também os seus sonhos. Os sonhos de Deus jamais vão morrer! Somente creia e receba essa palavra viva em teu coração .
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Biografia de Rachel Malafaia.
Rachel Malafaia nunca imaginou que gravaria um CD, mas aos 13 anos de idade já integrava o ministério de louvor de sua igreja. Desde então percebeu que algo diferente acontecia quando cantava, e o Senhor começou a direcionar sua vida para música. Tanto que se formou em Adoração pelo seminário Christ for the Nations (EUA). A cantora possui um timbre de voz forte e marcante que dá vida às canções e consegue transitar pela adoração, pelo pop e pelo pentecostal sem deixar a desejar.
Com 13 anos de idade, Rachel começou a participar do louvor em sua igreja. O grupo era dirigido por sua irmã, Danielle Cristina. Ela sempre incentivava Rachel e a irmã mais nova, Sarah, a participarem. Hoje, Rachel Malafaia é um exemplo de que independente do tempo de espera, as promessas de Deus se cumprem no momento certo.
Ao completar 18 anos, ela passou a dirigir o louvor. Nessa época, percebeu que algo de especial acontecia quando louvava. Rachel conta que era tomada por uma unção poderosa da parte de Deus para ministrar aos corações. Em 2005, gravou seu primeiro álbum Gerando sonhos. Depois parou seu ministério para fazer um seminário de adoração nos EUA. Mais madura, ela voltou e lançou seu segundo CD Ao Deus vivo em julho de 2010.
PERFIL
Data de aniversário:
24/07/1983
Naturalidade:
Vila Velha (ES)
Estado Civil:
Casada com Pr. Silas Malafaia Filho,
em 31 de Janeiro de 2004.
Nome dos Pais:
Pr. Roberto e Norma Rodrigues de Souza
Irmãs:
Danielle Cristina e Sarah
Igreja em que congrega:
Assembléia de Deus em Jacarepaguá (RJ)
Um defeito?
Às vezes sou perfeccionista demais
Uma qualidade?
Faço amizades facilmente e sou muito fiel a elas.
Uma mania?
De limpeza
Qual a cor preferida?
Rosa, verde, cores neutras
O que mais gosta de comer?
Churrasco. Também amo fandangos de presunto
e trakinas de chocolate com morango.
O que mais gosta de beber?
Água de côco e sucos naturais de frutas.
Qual a fruta que mais gosta?
Abacaxi, maçã, morango e manga
Do que você tem medo?
Altura e cobra
O que gosta de ganhar?
Bolsa e flores
Do que você gosta?
Estar na casa de Deus, estar com minha família,
com os amigos, cozinhar, e ir ao shopping.
Do que você não gosta?
Competição
Cantor (a) que admira?
Danielle Cristina (minha irma), Eyshila, Cassiane,
Cece Winans, Judy Jacobs, Salvador, Ministério
Apascentar.
Música preferida?
Gerando Sonhos
Um livro?
“O Segredo da Vida Abundante” de Stormie
Omaritan e “A Ditadura da Beleza” de Augusto
Cury
Toca algum instrumento?
Ainda não, mas quero muito aprender
a tocar piano
Lugar para descansar?
Meu lar
Lugar inesquecível?
Hawaii, aonde fui em lua de mel
Tem algum sonho que queira realizar?
Compor
RACHEL MALAFAIA DE FÉRIAS - 10/01/2011
Depois de um ano de muito trabalho, em que colheu resultados bastante positivos de seu CD Ao Deus vivo, Rachel Malafaia tirou o mês de janeiro para descansar e curtir a família. “Estou feliz com os frutos produzidos pelo CD, com o trabalho na minha igreja, e com as perspectivas do meu trabalho na Editora Central Gospel. Mas, é muito importante dedicar tempo para a família. Quero aproveitar bastante esse tempo com eles.”
Em fevereiro, a cantora voltará pronta para retomar a agenda e dedicar seu trabalho ao Senhor. “Quero estar no centro da vontade do Pai, pois será um ano de bastante trabalho”, comenta Rachel, animada com as perspectivas para 2011.
A cantora é um dos nomes confirmados para a primeira Cruzada Vida Vitoriosa para Você de 2011, que será realizada no na Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão (RJ), dia 19 de fevereiro, às 19h.
O QUE É AMAR A DEUS?
Nunca iremos amar nada ou ninguém sinceramente, se não amarmos a Deus acima de todas as coisas. Deus deve ser o motivo maior do amor aos outros. Centralizar a pessoa de Deus em nossas vidas significa exatamente isso: amá-Lo acima de todos os demais “amores” nesta vida.
O grande objetivo do cristianismo é este: descentralizar o eu (que deseja reinar e aparecer) e centralizar o Senhor (que é o único digno de ocupar o trono do nosso ser). Tudo o que nós amamos acima do Senhor se torna um ídolo, pois nada tem maior valor, nada mais pode ocupar o primeiro lugar no coração, senão somente o Deus Eterno que nos criou e nos salvou.
Não somos donos de nós mesmos. Pertencemos a Deus porque fomos criados e também resgatados das trevas por seu amor gracioso que nos alcançou. A Ele, portanto, devemos amar sobre todas as coisas. Dinheiro, pessoas, prazeres, conquistas, nada disso pode definir nossa prioridade número um neste mundo.
A nossa vida se torna seca e raquítica se não estiver encharcada deste amor genuíno direcionado a Deus. A frieza e a racionalidade insensível dominam nossa vida, se estivermos amando outras coisas no lugar de amar a Deus sobre todas elas. Agindo assim permitimos que a beleza da vida perca o seu brilho. Quando colocamos outros deuses no trono do coração, quando somos motivados por coisas deste mundo e quando toda a nossa energia é utilizada para alimentar o próprio “eu”, problemas à vista! É uma estrada sofrível, angustiante e improdutiva.
Ao longo da vida, precisamos amar a Deus prioritariamente! Mas devemos amá-Lo acima de nossa vontade e acima de nossos interesses. Senão, não será amor... Podemos até inventar nomes pra isso, mas não será amor.
Então, por que insistimos nesse caminho tosco? Por que insistimos em viver amando outras coisas, acima do Senhor, e não o Senhor acima de todas elas?
A razão é porque não entendemos ainda o plano de vida traçado por Deus. A Sua Palavra nos diz que nada pode estar acima deste relacionamento com Ele. Quer traga dor, quer traga sofrimento e pesar, mesmo no meio de terríveis tempestades, o nosso coração deve ser direcionado a amar a Deus. As nuvens podem estar escuras, o céu pode estar sem estrelas, mas Deus não mudou, e seu amor por nós nunca irá mudar.
Sem um relacionamento com Deus, sem amá-Lo como Ele é digno, tudo será vazio, nada terá sentido. Precisamos nos prostrar em adoração e nos derramar perante o Senhor, que é Rei, e dizer o quanto O amamos, o quanto necessitamos d’Ele no centro do nosso viver. Precisamos analisar sinceramente o quanto temos amado a este Deus tão cheio de graça e misericórdia, que nos concede pleno perdão e vida eterna.
Ele é quem deve ser amado acima de todas as coisas, para que a excelência da nossa vida esteja baseada em quem Deus é, e não nos nossos méritos, não na nossa própria sabedoria, força ou honra.
Deus é digno de ser amado, acima de tudo e de todos.
Marco Aurélio Comemorando 20 anos de Carreira com novo cd
Marco Aurélio - Há Um Nome ( Clip Oficial 2010 Lançamento CD Adoramos ) Este novo CD pela Central Gospel Music marca os 20 anos de carreira do cantor, que resolveu inovar. Sem perder seu estilo mais tradicional, Marco Aurélio gravou louvores mais congregacionais. No lugar da orquestra, presente nos antigos trabalhos, valorizou-se mais o vocal, o violão ea guitarra.
O cd "Adoremos" é um convite ao povo pra glorificarmos ao nosso Deus.
Vídeo do clip com a música "Há um nome" do cd que comemora 20 anos de carreira do cantor Marco Aurélio.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
GABRIELA ROCHA
Gabriela Rocha, nasceu em São Paulo, dia 13 de Março de 1994. Há 7 anos faz aulas de canto três vezes por semana. Gabriela tinha apenas 5 anos quando iniciou a carreira musical, na igreja que fregüentava. Foi lá que participou do primeiro concurso de sua vida, um festival de talentos infantins. A apresentação agradou muitos aos pais, que contrataram um professor particular de canto para a filha.
Em Junho de 2005, Gabriela, com 13 anos, fez inscrição para o Jovens Talentos e em Março de 2006 estreou no Programa Raul Gil. Participou do programa Raul Gil.
No dia 30/11/2008 lançou um CD Gospel pela Luar Music, chamado Irmãos na Fé do qual conta com a participação do também jovem talento Elias dos Santos.
Umas das vozes mais lindas ,simplesmente uma abençoada de Deus,que tenha muito sucesso e que sua voz consiga chegar e tocar muitos corações feridos,indo além de muitos lugares que você nunca imaginou,por quê quando se faz algo de bom pra Deus,ele retribui te dando bênçoas e você vai longe GABRIELA ROCHA...Em Junho de 2005, Gabriela, com 13 anos, fez inscrição para o Jovens Talentos e em Março de 2006 estreou no Programa Raul Gil. Participou do programa Raul Gil.
No dia 30/11/2008 lançou um CD Gospel pela Luar Music, chamado Irmãos na Fé do qual conta com a participação do também jovem talento Elias dos Santos.
BY:FLÁVIA Y ANDERSON..
sábado, 1 de janeiro de 2011
O que é adorar a Deus em Espírito e Verdade?
Mateus 7:21-23; João 4:19-24, 31-34Qual é o lugar da adoração?
A pergunta da mulher samaritana para Jesus nos remete, antes, à realidade histórica dos samaritanos. Samaria era capital do Reino do Norte, que mesmo estando dividido, enviava sua população para Jerusalém a fim de adorar. Os anciãos e sacerdotes de Samaria construíram um novo “local de adoração” no Monte Gerizim, em Samaria, e o povo do Reino do Norte deixou de ir a Jerusalém. Mas Jesus disse que o tempo e a forma nova de adoração não se referiam a locais físicos, mas a uma atitude específica: em ESPÍRITO e em VERDADE, por causa da natureza de Deus.
1- “Adorar em espírito é adorar em todo lugar”
Deus é Espírito; assim, Ele não pode estar preso ou vinculado fisicamente a lugar algum. Deus está em todo lugar, e se Ele está em todo lugar, então ele pode ser adorado em todo lugar. Minha vida deve ser então um culto diário.
Deus é “discreto e educado”, além de tudo. Se ele manifestasse toda a sua glória em todos os locais, não seríamos capazes sequer de andar; só nos restaria ficar de joelhos, “cara no pó”, reconhecendo a grandeza e a majestade do Pai e orando para que ele não se esqueça de Sua Graça. Isso encerra (ou deveria encerrar) nossa vida de pecado, porque Deus está EM TODOS OS LUGARES. Da última vez que pecamos, Deus estava lá, com vontade de nos perguntar: “Ué, você se esqueceu de mim?”
2- “Adorar em verdade é fazer tudo o que Jesus faria se estivesse em nosso lugar”
O maior problema da falta de adoração na igreja não é a falta de instrumentistas, cantores ou compositores bons; é a falta de fé no Espírito Santo. Para criar um ambiente propício de adoração tudo o que é necessário é agir de acordo com a Palavra, em vez de agir segundo a justiça humana, porque a Palavra de Deus, que é Espírito, é o que nos orienta pelo Espírito. Somente desta forma é possível adorar, porque fazemos o tempo todo a vontade do Pai, como Jesus faria, e criamos o ambiente que o Espírito precisa para agir em nosso lugar.
Nem todo o que diz: “Senhor, Senhor” entrará no Reino dos Céus, mas todo aquele que faz a vontade do Pai, porque o Pai está em todos os lugares, procurando adoradores que o adorem em todo tempo, fazendo o que Jesus faria.
Adoração não é música, nem gritos ou manifestações “extravagantes”, nem mesmo o silêncio solene e respeitoso. Adorar é fazer a vontade do Pai; seja cantar ou tocar, gritar ou calar-se; saciar a fome do pobre, acolher o necessitado ou socorrer o aflito; abraçar o que não tem condições de tomar banho, amar os meninos das favelas, abrir mão do nosso excesso de roupas para agasalhar o que sente frio. O Pai procura adoradores que o adorem quando são fechados no trânsito, quando são injustiçados no trabalho, quando sofrem na justiça, quando sofrem a perda de um ente querido. Isso é fazer a vontade do Pai, em verdade, porque a Palavra é a verdade e a vontade de Deus – Hb 13:15-16.
Os adoradores somos nós, mas a adoração é como vivemos! Se vivermos uma vida de adoração verdadeira, teremos mais motivos para cantar, tocar e até compor canções, porque a adoração será sincera e verdadeira!
Assinar:
Postagens (Atom)








