terça-feira, 22 de março de 2011

Completamente sozinho no mundo

Antes de sair de casa o homem considerou o sol a bater na árvore mesmo em frente à janela. Um prúnio. Podia deixar-se ficar, mas um dos telemóveis já tinha tocado três vezes, o outro ameaçava tocar a qualquer momento, com um reminder, uma sms ou mesmo uma chamada; o ipad girava com coisas: emails a entrar, pessoas no chat, o facebook. Sem saber porquê largou tudo em cima da mesa da sala, o desperdício de pequenos aparelhos que o mantêm ligado e saiu para o mundo completamente sozinho.

Amor Incondicional

A Lei é o Amor! Não existe nenhuma outra maneira de atingirmos nossa paz interna a não ser pela expressão do Amor Incondicional.

E o que significa este Amor Incondicional? É tão divino que o humano tem dificuldade até na compreensão desta expressão... é o caminhar na vida levando compaixão, compreensão, perdão, tolerância, desapego... dar valor ao que realmente tem valor, é não ficar preso a palavras, gestos, fatos, eventos, situações emocionais; é relevar com compaixão as mágoas, as injustiças, as decepções vividas no nosso cotidiano... é compreender que tudo isto é muito pequeno comparado com a grandeza da alma, com a grandeza da vida.

É caminharmos fazendo a nossa parte, amando ao próximo como a nós mesmos, entregndo a Deus, à vida, todas as situações conflitantes, dolorosas, que momentaneamente possamos estar incapacitados para darmos a melhor solução, a resposta mais adequada.


É a certeza de que tudo na Terra é ilusório, passageiro, transitório... é só uma pequena viagem.

Mantermos sempre na nossa mente, no nosso espírito, a visualização da nossa grande meta, que é o amadurecimento da nossa alma, o atingirmos a consciência maior, a lucidez da vida... e é isto, somente isto que verdadeiramente importa.

Com esta visão, com esta postura, caminhamos com leveza, com soltura, com alegria, com aceitação e tolerância... pois as emoções são ilusões, a dor é ilusão, a caminhada terrena é ilusão, o humano é ilusão... Deus é Real. O Divino é Real. A Consciência é Real. O Espiritual é Real. A Morte é ilusão do ego mas é Real, pois é a passagem para o Plano Real.

Amar incondicionalmente é amar além, apesar das ilusões, é amar sem esperar retorno, pois o retorno real é Divino, o retorno real é a simples alegria de expressarmos o amor. A verdadeira felicidade é termos a capacidade de expressar o amor.

By:Anderson Souza

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

MATURIDADE E ORAÇÃO.



O crente diante do paradoxo da resposta negativa de Deus

A fé cristã coloca o crente diante de uma série de paradoxos:

Ele conhece a verdade (Jo 8,32), mas por espelho, em enigma (1 Co 13,12a);

O crente possui a unção, e não tem necessidade de que ninguém lhe ensine (1 Jo 2,27a), mas o que ele conhece, conhece-o em parte (1 Co 13,12b), isso quando não, em vez de se ter tornado mestre com o tempo, “necessitais novamente que vos ensinem os primeiros rudimentos dos oráculos de Deus, e precisais de leite, e não de alimento sólido” (Hb 5,12).

Ele, o crente, recebeu do Verbo o poder de se tornar filho de Deus (Jo 1,12), desde já (1 Jo 3,2a); o próprio Espírito o testemunha (Rm 8,16) - mas, apesar disso, ele ainda não sabe como será (1 Jo 3,2a).

Libertado pelo Filho, o crente é verdadeiramente livre (Jo 8,36); em princípio, ele não peca (1 Jo 3,6a), mas corre sempre o risco de entregar-se novamente ao pecado (Rm 6,16-19).

Deus quer que todos os homens se salvem (1 Tm 2,4), e apesar de que “nenhum dos teus desígnios fica frustado” (Jó 42,1a), “quem não se achava inscrito no livro da vida foi também lançado no lago de fogo” (Ap 20,15).

A fé se depara com esses paradoxos não como contradições, mas como a característica fundamental da relação com o Sagrado: o encontro entre Deus e o crente é de tal ordem que a linguagem precisa descrevê-lo assim, utilizando-se de paradoxos. Não se pode demonstrar esse encontro, senão denunciá-lo obliquamente. E o lugar preferencial da linguagem que descreve o encontro entre Deus e o homem é o paradoxo: “e o Verbo se fez carne” (Jo 1,14a).

Deus disse “não” a Abraão. Em Gn 18,23-33, todos os esforços de Abraão são inúteis. O máximo que consegue é que Ló e sua família sejam poupados, mas não as cidades. Claro que a razão de não ter Deus atendido a oração de Abraão permanece clara até no próprio texto: não havia justos naquelas cidades, por isso seus moradores não foram poupados. O que isso evidencia? Evidencia que Deus tem suas razões para dizer “não”.

Deus não atendeu a oração de Davi. Em 1 Sm 12,13-25, Davi buscou a Deus pela criança, jejuou e prostrou-se sobre a terra (1 Sm 12,16) e chorou (v. 22). Em vão. Impassivelmente, a mão de Deus não foi movida de sua intenção e a resposta que Davi ouviu foi “não”. Certo que poderíamos dizer, com Natã, que Davi estava sendo castigado (v. 14). Mas, com isso, que dizemos além de que Deus tem suas razões para dizer “não”?

A Jeremias Deus adverte antes mesmo que ore: “tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor” (Je 11,14a). Poderia Jeremias mudar a decisão de Deus?

Deus não atendeu as orações de Paulo: (2 Co 12,9a). Pedira a Deus que desviasse dele o espinho na carne. Foi uma oração insistente. Fez o pedido por três vezes. Uma só resposta ouvir: “_Não”. A minha graça te basta. Deus tem suas razões para dizer “não”.

Como as teve diante da oração de Jesus. Segundo Mt 26,39 (cf. Lc 22,42), Jesus teria apelado a uma possibilidade: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice”. Já Mc 14,36 expõe a oração de forma mais plástica: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice”. Responda o leitor: essa oração de Jesus foi atendida?

O paradoxo de que se reveste todo encontro com Deus fica bastante claro quando comparamos essa oração de Jesus com o seu ensino sobre a oração. No modelo do Pai-nosso, é à vontade de Deus que se apela: “seja feita a tua Vontade na terra, como no céu” (Mt 6,10b). Sua oração se reveste dessa submissão à vontade do Pai, mas o faz em meio a tanta tristeza e angústia (Mt 26,37), que compartilha com os discípulos: “Minha alma está triste até a morte” (Mt 26,38), a ponto de “o suor se lhe tornou semelhante a espessas gotas de sangue que caíam por terra” (Lc 22,44b). Mesmo Jesus ouviu um “não” de Deus.

Essa série de orações não atendidas por Deus remete-nos à necessidade de compreendermos a oração diferentemente de uma atividade mágico-religiosa que põe a mover a mão de Deus. “Deus é espírito” (Jo 4,24a). A Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira (DDCBB) compreende “o único Deus vivo e verdadeiro (como) Espírito pessoal (...) a quem devemos todo o amor, culto e obediência” (p6). O modelo de compreensão teológica da DDCBB não entende Deus como energia manipulável ou força a que se possa controlar. Deus é, antes, Deus pessoal, com quem o crente se relaciona.

É claro que o desejo de toda oração é ser atendida, e devemos esperar sempre que Deus nos ouvirá quando oramos (1 Jo 5,14-15). Mas a fé deve pressupor que Deus tenha suas razões para não atender algumas orações. A oração deve desejar sempre o “sim” de Deus, mas, paradoxalmente, deve também pressupor que Deus possa dizer “não”.

Nessa capacidade de o crente lidar com o desejo de ser atendido e a liberdade de Deus em se decidir reside a maturidade. O crente tocado por uma fé amadurecida chega com ousadia e confiança ao trono da graça (Hb 4,16), como Jacó no Jaboque (Gn 32,26) e como a mulher cananéia (Mt 15,21-28; Mr 7,24-30) e, ainda, como a viúva da parábola (Lc 18,1-8). Esse crente sabe que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11,6a). Ele crê que “Deus (...) recompensa os que o procuram” (Hb 11,6b), e aprendeu que “aquele que pede, recebe” (Mt 7,8a), porque o “Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedem” (Mt 7,11b). Contudo, sua oração confiante submete-se, sempre, à vontade do Pai. Deus é o “Pai que está nos céus” (Mt 6,9a) cuja vontade esse filho que ora deseja seja feita (Mt 6,10). Esse Pai já sabe de todas as suas necessidades antes mesmo que ele ore (Mt 6,8).

É na atitude de Abraão (“e Abraão voltou para o seu lugar”: Gn 18,33b), de Davi (“Então Davi se levantou do chão, lavou-se, pôs perfume, e mudou as vestes. Depois entrou no santuário de Iahweh e se prostrou”: 2 Sm 12,20), de Paulo (“Por conseguinte, com toda ânimo prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que pouse sobre mim a força de Cristo”: 2 Co 12,9) e de Jesus (“Basta. A hora chegou!”: Mc 14,41) que a maturidade do crente se manifesta. O crente deseja o “sim” de Deus, mas sabe ouvir o seu “não”.

A oração é encontro de duas grandezas livres. O homem é livre para desejar e pedir. Deus é livre para dizer “sim” ou dizer “não”. Os homens têm suas razões. Deus, as suas. A fé transita entre os homens e Deus, entre suas razões e as razões Dele. Ouvir “sim” é fácil. Difícil é ouvir “não”. A verdadeira fé nasce quando o crente compreende o paradoxo da oração com os olhos de uma fé amadurecida num Deus pessoal, o Pai nosso que está no céu.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os Sonhos de Deus em nossas vidas.




Todos nós temos sonhos! , sonho de ter um ótimo emprego , uma excelente formação , viver um grande amor , ver a nossa igreja crescer em abundância e graça , conquistar nossos familiares para Cristo ... e tantos e tantos sonhos . Mas idealizar , projetar e sonhar é intrínseco ao ser humano . E Deus tem nos ensinado a sermos assim: sonhadores !.



Saiba amado , o Eterno têm restaurado os meus e os seus sonhos. Existem canções dos céus de Deus como a do Ministério Vineyard que diz assim: “Reina em mim com teu poder, sobre a escuridão, sobre os sonhos meus” e outra da Pra Ludmila que reafirma : “... os sonhos de Deus jamais vão morrer” . São louvores tremendos! , que cantam a palavra viva e verdadeira aos nossos corações . Deus requer isto não só de mim, mas de cada um de nós. Às vezes é desestimulador quando idealizamos algo que pensamos que possa contribuir a concretização de um sonho e isso dói muito o meu coração porque às vezes percebo que os meus sonhos não são os do Senhor . Mesmo assim, tem sido maravilhoso sonhar com o Pai.



Já posso ver muitos sinais que evidenciam que os meus sonhos já estão próximos de se tornarem reais. E nisso meu coração se alegra, pois vejo a mão do Senhor em meus sonhos. Sinto vontade de sonhar ainda mais! O meu desejo é que os sonhos de Deus sejam verdades em mim.


Quando sonhamos na presença do Senhor, deixando que ele realmente reine sobre eles, temos 100% de certeza que serão reais. Mesmo que aos nossos olhos possam parecer absurdos, se estão no coração de Deus nada é impossível. Só falta nosso coração estar ligado com o do Pai, para receber a vontade daquele que nos resgatou das trevas e nos trouxe para a sua luz.


Mas quando nossa vontade quer tomar frente em nossos sonhos, eles são frustrados, pois não temos como realizar sozinhos um sonho que partiu do coração do Pai. Acabaremos ferindo nosso coração e enterrando os nossos sonhos. Um exemplo: “Senhor, eu quero uma casinha, um carrinho!” E Deus lhe responde: “Não filho, agora não é o momento!” Então você imediatamente o questiona: “Mas por que Deus? O Senhor não quer o meu bem? Eu estou em pecado? O que está acontecendo?” Ao invés de deixarmos Deus terminar de falar conosco, ficamos argumentando com ele que conhece melhor nosso interior do que nós mesmos. Deus naquele momento quer dizer: “Não filho! Eu tenho coisas maiores para a sua vida, promessas gigantes para realizar em você...”


Tenho aprendido a esperar Deus me dizer tudo. Deus quer muito realizar nossos sonhos, pois o coração do Senhor deseja que os nossos sonhos sejam também os seus sonhos. Os sonhos de Deus jamais vão morrer! Somente creia e receba essa palavra viva em teu coração .

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Biografia de Rachel Malafaia.


Rachel Malafaia nunca imaginou que gravaria um CD, mas aos 13 anos de idade já integrava o ministério de louvor de sua igreja. Desde então percebeu que algo diferente acontecia quando cantava, e o Senhor começou a direcionar sua vida para música. Tanto que se formou em Adoração pelo seminário Christ for the Nations (EUA). A cantora possui um timbre de voz forte e marcante que dá vida às canções e consegue transitar pela adoração, pelo pop e pelo pentecostal sem deixar a desejar.

Com 13 anos de idade, Rachel começou a participar do louvor em sua igreja. O grupo era dirigido por sua irmã, Danielle Cristina. Ela sempre incentivava Rachel e a irmã mais nova, Sarah, a participarem. Hoje, Rachel Malafaia é um exemplo de que independente do tempo de espera, as promessas de Deus se cumprem no momento certo.

Ao completar 18 anos, ela passou a dirigir o louvor. Nessa época, percebeu que algo de especial acontecia quando louvava. Rachel conta que era tomada por uma unção poderosa da parte de Deus para ministrar aos corações. Em 2005, gravou seu primeiro álbum Gerando sonhos. Depois parou seu ministério para fazer um seminário de adoração nos EUA. Mais madura, ela voltou e lançou seu segundo CD Ao Deus vivo em julho de 2010.
PERFIL

Data de aniversário:
24/07/1983

Naturalidade:
Vila Velha (ES)

Estado Civil:
Casada com Pr. Silas Malafaia Filho,
em 31 de Janeiro de 2004.

Nome dos Pais:
Pr. Roberto e Norma Rodrigues de Souza

Irmãs:
Danielle Cristina e Sarah

Igreja em que congrega:
Assembléia de Deus em Jacarepaguá (RJ)

Um defeito?
Às vezes sou perfeccionista demais

Uma qualidade?
Faço amizades facilmente e sou muito fiel a elas.

Uma mania?
De limpeza

Qual a cor preferida?
Rosa, verde, cores neutras

O que mais gosta de comer?
Churrasco. Também amo fandangos de presunto
e trakinas de chocolate com morango.

O que mais gosta de beber?
Água de côco e sucos naturais de frutas.

Qual a fruta que mais gosta?
Abacaxi, maçã, morango e manga

Do que você tem medo?
Altura e cobra

O que gosta de ganhar?
Bolsa e flores

Do que você gosta?
Estar na casa de Deus, estar com minha família,
com os amigos, cozinhar, e ir ao shopping.

Do que você não gosta?
Competição

Cantor (a) que admira?
Danielle Cristina (minha irma), Eyshila, Cassiane,
Cece Winans, Judy Jacobs, Salvador, Ministério
Apascentar.

Música preferida?
Gerando Sonhos

Um livro?
“O Segredo da Vida Abundante” de Stormie
Omaritan e “A Ditadura da Beleza” de Augusto
Cury

Toca algum instrumento?
Ainda não, mas quero muito aprender
a tocar piano

Lugar para descansar?
Meu lar

Lugar inesquecível?
Hawaii, aonde fui em lua de mel

Tem algum sonho que queira realizar?
Compor

RACHEL MALAFAIA DE FÉRIAS - 10/01/2011


Depois de um ano de muito trabalho, em que colheu resultados bastante positivos de seu CD Ao Deus vivo, Rachel Malafaia tirou o mês de janeiro para descansar e curtir a família. “Estou feliz com os frutos produzidos pelo CD, com o trabalho na minha igreja, e com as perspectivas do meu trabalho na Editora Central Gospel. Mas, é muito importante dedicar tempo para a família. Quero aproveitar bastante esse tempo com eles.”

Em fevereiro, a cantora voltará pronta para retomar a agenda e dedicar seu trabalho ao Senhor. “Quero estar no centro da vontade do Pai, pois será um ano de bastante trabalho”, comenta Rachel, animada com as perspectivas para 2011.

A cantora é um dos nomes confirmados para a primeira Cruzada Vida Vitoriosa para Você de 2011, que será realizada no na Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão (RJ), dia 19 de fevereiro, às 19h.

O QUE É AMAR A DEUS?




Nunca iremos amar nada ou ninguém sinceramente, se não amarmos a Deus acima de todas as coisas. Deus deve ser o motivo maior do amor aos outros. Centralizar a pessoa de Deus em nossas vidas significa exatamente isso: amá-Lo acima de todos os demais “amores” nesta vida.
O grande objetivo do cristianismo é este: descentralizar o eu (que deseja reinar e aparecer) e centralizar o Senhor (que é o único digno de ocupar o trono do nosso ser). Tudo o que nós amamos acima do Senhor se torna um ídolo, pois nada tem maior valor, nada mais pode ocupar o primeiro lugar no coração, senão somente o Deus Eterno que nos criou e nos salvou.
Não somos donos de nós mesmos. Pertencemos a Deus porque fomos criados e também resgatados das trevas por seu amor gracioso que nos alcançou. A Ele, portanto, devemos amar sobre todas as coisas. Dinheiro, pessoas, prazeres, conquistas, nada disso pode definir nossa prioridade número um neste mundo.
A nossa vida se torna seca e raquítica se não estiver encharcada deste amor genuíno direcionado a Deus. A frieza e a racionalidade insensível dominam nossa vida, se estivermos amando outras coisas no lugar de amar a Deus sobre todas elas. Agindo assim permitimos que a beleza da vida perca o seu brilho. Quando colocamos outros deuses no trono do coração, quando somos motivados por coisas deste mundo e quando toda a nossa energia é utilizada para alimentar o próprio “eu”, problemas à vista! É uma estrada sofrível, angustiante e improdutiva.

Ao longo da vida, precisamos amar a Deus prioritariamente! Mas devemos amá-Lo acima de nossa vontade e acima de nossos interesses. Senão, não será amor... Podemos até inventar nomes pra isso, mas não será amor.
Então, por que insistimos nesse caminho tosco? Por que insistimos em viver amando outras coisas, acima do Senhor, e não o Senhor acima de todas elas?
A razão é porque não entendemos ainda o plano de vida traçado por Deus. A Sua Palavra nos diz que nada pode estar acima deste relacionamento com Ele. Quer traga dor, quer traga sofrimento e pesar, mesmo no meio de terríveis tempestades, o nosso coração deve ser direcionado a amar a Deus. As nuvens podem estar escuras, o céu pode estar sem estrelas, mas Deus não mudou, e seu amor por nós nunca irá mudar.
Sem um relacionamento com Deus, sem amá-Lo como Ele é digno, tudo será vazio, nada terá sentido. Precisamos nos prostrar em adoração e nos derramar perante o Senhor, que é Rei, e dizer o quanto O amamos, o quanto necessitamos d’Ele no centro do nosso viver. Precisamos analisar sinceramente o quanto temos amado a este Deus tão cheio de graça e misericórdia, que nos concede pleno perdão e vida eterna.

Ele é quem deve ser amado acima de todas as coisas, para que a excelência da nossa vida esteja baseada em quem Deus é, e não nos nossos méritos, não na nossa própria sabedoria, força ou honra.
Deus é digno de ser amado, acima de tudo e de todos.